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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Computador Amiga renasce como PC de alto desempenho

O computador Amiga, que fez sucesso entre os apreciadores de games e tecnologia no começo dos anos 90, está prestes a voltar. Mas os planos da Commodore USA hoje são bem mais modestos que os da época em que revolucionou os computadores com uma plataforma poderosa e fácil de usar. Ela irá apenas usar a marca Amiga em uma linha de PCs de alta performance.
Assim como os Amiga anteriores, estes também serão computadores com foco nas funcionalidades multimídia. Cada modelo receberá uma numeração, muito parecido com os antigos Amiga 500, 600, 1200 e 4000. Inicialmente a Commodore anunciou três deles: o 1000, 2000 e 3000.
Amiga 500

O primeiro, Amiga 1000, é descrito como “elegante e com estilo” e foi feito para aceitar componentes que sirvam para um bom computador desktop ou HTPC (um PC transformado em Home Theater). Sua configuração foi feita para aceitar placas-mãe Micro ATX ou ITX, assim como as pequenas fontes de alimentação 1U. Boa pção para quem quer um computador pessoal pequeno e discreto sem perder potencia para as tarefas do dia-a-dia, o modelo 1000 pode ser comparado ao antigo Amiga 500 que tinha uma configuração mais humilde, mas superior a muitos concorrentes.

O modelo 2000 será o que permitirá maior expansão de peças e, segundo a Commodore, aceitará a maioria das tecnologias atuais. Para ter ideia do potencial do “brinquedo”, o Amiga 2000 terá espaço para uma placa mãe ATX, sete entradas para placas de expansão (placa de vídeo, som, captura...) e seis discos rígidos ou drives de DVD/Blu-Ray. Definitivamente este seria o renascimento do Amiga 1200 modificado para funcionar dentro de um gabinete de PC -- uma gambiarra comum feita pelos usuários para conseguir colocar todos os periféricos disponíveis para o computador, já que o gabinete original não tinha espaço interno.

Por fim há o Amiga 3000 que, ao contrário do que o número indica, não supera o exemplar 2000 no quesito tecnológico. Os 3000 foram feitos para aceitar placas e componentes desejados por quem busca um PC convencional ou um HTPC sem precisar apelar para placas de marcas caras e conhecidas. Ele aceita até quatro placas de expansão “low profile” (placas mais baratas), suporta fontes ATX e placas-mãe Micro ATX. Para assistir um bom filme ou instalar algum programa, o computador tem espaço para quatro baias de DVD, CD-ROM ou Blu-Ray. Este modelo, ao que tudo indica, será igual à antiga versão de Amiga 600, muito popular na época e o melhor investimento custo x benefício.

A linha Amiga ficou conhecida no final dos anos 80 e início dos anos 90 por ter computadores potentes e excelentes para tarefas pesadas, como edição de imagem e até de vídeo. Muitas emissoras de televisão usavam os parrudos Amiga 1200 e 4000 ligados às placas de captura Toaster para aplicar efeitos especiais nos vídeos recém-capturados pelo próprio computador. Com uma capacidade gráfica acima da média, o Amiga também se estabeleceu como plataforma de jogos, e foi a base de clássicos como Monkey Island, Lemmings, Populous e Another World.

A Commodore USA promete mais informações sobre cada um dos novos e renascidos modelos do Amiga ainda este ano.

Hacker do PS3, GeoHot, está trabalhando no Facebook

O responsável por quebrar os sistemas de segurança do Playstation 3 e compartilhar a informação com o mundo agora é um funcionário do Facebook. Segundo o editor do site TechMeme, Gabe Rivera, George Hotz, o GeoHot, começou a trabalhar na rede social de Mark Zuckerberg em maio e está feliz, dizendo que "o Facebook é realmente um lugar incrível para trabalhar".

Embora tenha assumido uma postura discreta desde o fim do processo movido contra ele pela Sony, GeoHot teria comentado sobre o novo trabalho em seu perfil no Facebook. Alguns amigos do hacker puderam ver os comentários e repercutiram a notícia em um vídeo descoberto pelo site TechUnwrapped.

Além de abrir o caminho para destravar o PS3, GeoHot foi o primeiro hacker a desbloquear o iPhone.

Migração do "mobileme" para "iCloud"

A Apple divulgou mais detalhes sobre a transição do MobileMe para o iCloud. Como muitos sabem, o iCloud é o novo serviço na nuvem da Apple, que substitirá o antigo MobileMe e trará novos recursos. Ele será gratuito para usuários do iOS 5 e Mac OS X Lion, oferecendo 5 GB de espaço. Será possível pagar por mais espaço, mas os planos ainda não foram divulgados.
A maior parte dos serviços continuará existindo: e-mail, contatos, agenda, bookmarks, Find My iPhone e Back to My Mac. As três funcionalidades descontinuadas são o iWeb, Gallery e iDisk.

Quem tinha uma conta ativa do MobileMe até 6 de junho teve o serviço prorrogado até 30 de junho de 2012. Lá o MobileMe deixará de funcionar e a transição para o iCloud estará completa, eliminando os três serviços citados.

A parte mais chata para quem usava o iWeb é a perda da hospedagem no me.com, o que resulta na perda do site pessoal, dos links existentes para ele, etc (exceto para quem usava domínio próprio, que poderá manter o domínio com outra empresa). Como já comentado, será necessário migrar para outro serviço de hospedagem. Os dados do iDisk também precisarão ser salvos antes que sejam excluídos com o fim do serviço, além das fotos da galeria. Bem que a Apple poderia oferecer uma solução mais elegante e automática para essa migração.

Outro ponto negativo: quem usa contas separadas para o MobileMe e iTunes não poderá unificá-las no iCloud. Será possível mover seu e-mail e outros dados para o iCloud, mas sua conta do iTunes continuará independente. Isso deverá irritar na hora de fazer login nos serviços.

A página com as perguntas e respostas sobre as mudanças pode ser vista aqui. O lado bom do iCloud é que, além de ter várias partes gratuitas, as músicas compradas, apps, livros, entre outras coisas, não entram na contagem dos 5 GB.

Quem pretende usar o serviço na sua totalidade precisará do iOS 5 ou do Mac OS X Lion. Falando nisso, a atualização liberada recentemente será essencial para permitir a compra do OS X Lion pela Mac App Store.

Fonte: hardware.com.br